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IDados no jornal Estado de S. Paulo: Desemprego é recorde e pode piorar

Com um recorde de 13,8%, no trimestre até julho, o desemprego deve demorar ao menos até 2022 para voltar ao patamar de antes da pandemia da Covid-19.

O pesquisador Bruno Ottoni, da consultoria IDados, foi fonte para uma matéria sobre o aumento do índice de desemprego veiculada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Com base em dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a reportagem ressalta que em um trimestre, 7,214 milhões de brasileiros perderam o emprego. Em um ano, o total de postos extintos supera os 11,5 milhões. A taxa de desemprego, de 13,8% no trimestre encerrado em julho, ou 13,1 milhões de pessoas, foi a pior desde que a pesquisa foi iniciada, em 2012. No trimestre até julho do ano passado, a taxa era de 11,8%.

Leia também: Volta da procura por trabalho vai impulsionar desemprego no início de 2021

De acordo com Ottoni, “isso, num cenário em que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresça em um ritmo de 3,5% em 2021 e 2022”. O especialista ressalta que ”a desocupação ocorria em ritmo lento, mas os dados de julho assustam. Uma recuperação antes de 2022 é pouco provável.”

Confira a matéria na íntegra aqui ou abaixo:

desemprego

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