IDados no Valor Econômico: Brasil tem 4,8 milhões de pessoas em desalento

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Mesmo com a redução de 19% no número dos chamados desalentados no Brasil, o país ainda conta com 4,8 milhões de pessoas que desistiram de procurar trabalho por acreditar que não vão conseguir encontrar. O grupo corresponde hoje a quase 3% da população em idade de trabalhar. É o que mostra um levantamento da consultoria IDados que foi manchete no jornal Valor Econômico.

Segundo o pesquisador líder da área de mercado de trabalho da IDados, Bruno Ottoni, muitos que se encontram na condição de desalento podem vir de uma situação de desemprego de longa duração ou apresentam baixa escolaridade e por isso não acreditam que têm chances no mercado.

O especialista destaca ainda que mais do que um problema provocado pela pandemia, o grau elevado de desalento no momento é uma herança de uma recuperação fraca da economia após a recessão dos anos de 2015 e 2016. “A recuperação do mercado do trabalho foi tão incipiente, com um crescimento econômico muito baixo, que não foi suficiente para se reduzir o desalento à situação anterior”.

Confira a reportagem completa aqui ou abaixo:

 

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