IDados no Valor: estagflação vira realidade antes para mais pobres

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A combinação de inflação alta e estagnação decorrente do alto desemprego tem levado as famílias mais pobres a um cenário de “estagflação”.

A taxa média de desocupação para quem não terminou o ensino médio subiu de 22,44%, no primeiro trimestre deste ano, para 22,66%, no segundo. Em contraste, para quem completou o ensino superior, essa taxa caiu de 7,32% para 6,97% no período. É o que mostra um levantamento feito pelo pesquisador Bruno Ottoni, da consultoria IDados, que foi pauta no jornal Valor Econômico.

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O especialista ressalta que não apenas cresceu a desocupação entre os mais pobres como aumentou também a diferença da taxa de desemprego entre os mais escolarizados e os menos escolarizados.

“No quarto trimestre de 2019 essa diferença era de 5,7 pontos percentuais. Passa para 7,7 no primeiro trimestre de 2020, quando já existe certo efeito da pandemia, vai para 8,2 no segundo trimestre e cai para 7,9 no quarto trimestre do ano passado”, afirma Ottoni.

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